Autor: Alejandro Higashi

Resumo: Aunque durante mucho tiempo se ha sospechado que las variantes textuales del romancero impreso pudieron provenir de la transmisión oral, el análisis de distintos testimonios arroja resultados muy distintos. En este trabajo, demuestro las distintas motivaciones editoriales detrás de los cambios y presento los perfiles más definidos de lo que he llamado una ratio typographica.

Palavras-chave: Romancero; impresos siglo XVI; crítica textual; aparato de variantes; impresores.

Intervalo de páginas: 761-779

DOI: 10.34619/zjs3-1g98

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